terça-feira, 12 de janeiro de 2016

UM LUGAR MÁGICO


Um lugar mágico




Melanie D'Angelo voltou para Rose Cottage com a esperança de superar um desengano amoroso e arrumar a formosa casa que, em outro tempo, tinha sido o lar de sua avó.

A última coisa que desejava era ter um romance com o desenhista de jardins.
Mike Mikelewski não podia negar a atração imediata que tinha sentido pela bela Melanie, mas já havia uma mulher em sua vida: sua adorável, embora conflitiva filha, Jessie.
Por muito que Melanie fizesse com que seu coração voltasse a pulsar e que Jessie voltasse a sorrir, não podia se permitir apostar em um amor que estava florescendo como o jardim de Rose Cottage.
Ou acaso os três poderiam se converter na família que Jessie sempre sonhara?

Prólogo

Ainda tinha as bochechas molhadas pelas lágrimas e o ânimo alterado quando alguém..., não, não só alguém, toda uma comitiva familiar bateu na porta do apartamento em que Melanie vivia em Boston.
Antes que pudesse levantar do sofá, a porta se abriu e apareceram suas três irmãs, com aspecto de anjos vingadores.
Se Melanie não estivesse tão triste e humilhada, certamente riria da atitude de suas irmãs de estarem dispostas a tudo.
Se tivessem chegado antes dela ter jogado Jeremy na rua a ponta pés, suas irmãs certamente o fariam tremer de medo.
As irmãs de D'Angelo eram especiais.
Separadamente, cada uma tinha uma personalidade muito diferente, mas juntas possuíam uma força que se deve levar em conta.
E nada as unia mais que um inimigo comum; nesse caso, o homem que esteve mentindo para Melanie durante mais de seis meses.
Maggie e Jo se sentaram uma de cada lado de D'Angelo, e começaram a lhe dizer como tudo se solucionaria rapidamente, o quanto bem ela ficaria sem esse inseto mentiroso.
Assim continuaram com a melhor intenção, até que ela começou a ter uma enorme vontade de gritar. Ashley não dizia nada, mas a agitação como caminhava de um lado para outro e a cor vermelha de suas bochechas sugeriam que estava fazendo um esforço para não explodir. Ashley levava muito a sério suas obrigações de irmã mais velha, mas também tinha o temperamento inconstante de seu pai.
Melanie a olhou com cautela.
— Ash, talvez devesse se sentar. - sugeriu em voz baixa. - Vai nos provocar um traumatismo cervical se ficarmos olhando para você andando para lá e para cá.
Sua irmã mais velha respondeu franzindo a testa.
— Estou decidindo se farei com que Jeremy acomode seu penoso traseiro ante um juiz ou se me limito em lhe dar uma surra.
O resto das irmãs se olharam. Com a Ashley, nenhuma dessas opções parecia impossível.
Tinha uma licenciatura em Direito, um forte sentido da justiça e um gancho de direita que merecia todo o respeito do mundo.
— Do que serviria isso, Ash? - perguntou Jo, a pacífica. - Só conseguiria que seu nome aparecesse nos jornais junto a um triste relato dos fatos e da causa de seu comportamento, coisa que não ajudaria, há não ser prolongar a dor de Melanie e humilhá-la um pouco mais. Todo mundo saberia que esse canalha a enganou durante meses. De verdade quer que papai se inteire de tudo isto? Teria que defendê-lo por assassinato.

MULHERES DE FIBRA






Ao voltar para Winding River, pequena cidade do Wyoming,



Emma Rogers, uma advogada bem-sucedida, pretende reconstruir a relação com a filha de seis anos, Caitlyn, e também reencontrar amigas de adolescência - Cassie Collins, Karen Hanson, Gina Petrillo e Lauren Winters.
Mas para Cassie, Karen, Gina e Lauren, Emma precisa muito mais do que simplesmente estarem juntas novamente.
Ela precisa de um novo amor. E ninguém melhor do que Ford Hamilton, o charmoso editor do jornal local - e grande desafeto de Emma - para cumprir essa missão.
Toda vez que Emma e Ford se encontram, faíscas saem para todos os lados. Eles sempre disputam quem está com a razão.
E uma rixa de argumentos entre uma advogada e um jornalista promete muitas emoções.
Para a desvantagem de Emma, Ford conquista a atenção da pequena Caitlyn. Desde que os pais se separaram, essa é a primeira vez que a menina se sente alegre e segura.
Agora, Emma tem de fazer uma escolha para sua vida: voltar para a cidade grande e retomar sua carreira de advogada de sucesso, ou ficar em Winding River e reconstruir a vida ao lado de sua filha e do único homem que é capaz de realmente torná-la uma mulher feliz.


Capítulo Um


Ford Hamilton olhava para a tela do computador, no qual preparava a edição semanal do Winding River News. Havia um espaço em branco onde ia colocar o artigo principal.
Como era a primeira edição que elaborava desde que adquirira o jornal, queria uma notícia que atraísse a atenção de todos, algo que fizesse com que os habitantes da cidade se sentassem e lessem com interesse.
— Bem, chefe, quer que vá entrevistar as pessoas que estão organizando a reunião de antigos alunos para saber quem vem e o que vai acontecer? — perguntou-lhe Teddy Taylor.
Teddy tinha dezoito anos e ambicionava ser um bom repórter fotográfico.
Ia estagiar com Ford, durante aquele verão, e o seu grande objetivo era conseguir que uma das suas fotografias fosse publicada na primeira página.
Num jornal com um orçamento tão limitado que obrigava Ford a fazer um pouco de tudo, a ajuda de um estudante estagiário era muito bem-vinda. Ford suspirou.
Uma reunião de antigos alunos não era o tipo de notícia que ele idealizara para a primeira página. Estava acostumado às duras notícias das grandes cidades, em que os artigos que competiam pela primeira página tinham a ver com política, corrupção e outros crimes semelhantes.
Em Winding River não havia muito disso. Era uma tranquila cidade do Wyoming na qual poucas coisas aconteciam. Aliás, escolhera aquele lugar exatamente por essa razão.
Estava cansado de perseguir gente sem escrúpulos, sem falar nas contínuas discussões com os editores sobre como uma história devia aparecer no papel.
Se assumisse a direção do negócio, talvez conseguisse preparar um jornal que interessasse à comunidade. Contudo, as mesmas coisas que o tinham atraído para aquele lugar, a paz e a tranquilidade, estavam sabotando os seus planos de causar uma boa impressão com a sua primeira edição.
Finalmente, compreendia o que significava ter falta de notícias, o que lhe dava a sensação de que uma semana sem notícias poderia converter-se num ano.
No entanto, isso não queria dizer que fosse obrigado a encher a primeira página do jornal com algo como uma reunião de antigos alunos, ainda que não tivesse grandes alternativas. Na semana anterior à reunião, faria uma lista dos eventos que tinham preparado e, quando chegasse o momento, enviaria um fotógrafo.
Um encarte nas páginas centrais seria mais do que suficiente. Isso significava que continuava com um espaço em branco para a edição daquela semana.
Não esperava que ocorresse um acidente ou um roubo de gado, antes de ter de fechar a edição.
Depois de ter passado vinte minutos analisando as possibilidades, Ford teve de se conformar.
Aquela maldita reunião era o que tinha de mais emocionante. Talvez encontrasse algo que desse importância a uma notícia tão sem graça.

SOBRE AQUELE HOMEM

Sobre Aquele Homem




Como pode a filha de um dos patriarcas de Trinity Harbor acolher um menor transgressor pego ao tentar fazer uma ligação direta em seu carro?

Daisy não se importa com o alvoroço da cidade. Cuidar desse órfão de 10 anos é uma tarefa fácil, além de ser uma forma de passar menos tempo se lembrando de seu passado trágico.
Difícil é ter que lidar com… Aquele homem. Aquele homem, o tio do menino, é Walker Ames, um policial para quem o sobrinho recém-descoberto é a chance de redenção. Walker passa a freqüentar Trinity, e todos acham que ele está seduzindo Daisy!
Afinal, a professora da escola dominical é uma combinação perturbadora de inocência e atrevimento, em um lugar menos pacato do que parece…

Capítulo Um

Daisy Spencer sempre quis ter filhos. Só não esperava acabar roubando um.
Certo, isso era um pouco de exagero. Ela não roubara exatamente Tommy Flanagan. Em sua opinião, ninguém queria o garoto. Seu pai fora embora há muito tempo e sua deplorável e frágil mãe tivera o infortúnio de morrer na recente epidemia de pneumonia. A história era assunto em Trinity Harbor há semanas.
O coração de Daisy quase se despedaçava quando pensava em toda a dor pela qual passara o garoto de 10 anos. Achava que tinha amor mais do que suficiente para dar para o menino, que fora um dos seus alunos mais inteligentes nas aulas de catequese, um garoto que de repente ficou sozinho no mundo, um garoto que perdera sua fé em Deus no dia em que a mãe morreu.
A própria fé de Daisy fora testada diversas vezes anos atrás quando lhe disseram que nunca poderia conceber um filho. A notícia quase a destruíra. E acabara com seu relacionamento com Billy Inscoe, o único homem que amou.
Billy queria filhos e filhas seus de verdade. Queria seu próprio sangue correndo nas veias deles, queria a prova de sua masculinidade correndo pelas ruas. Queria dar início a uma dinastia tão orgulhosa quanto a Spencer. Quando Daisy não pôde dar-lhe isto, foi procurar outra pessoa que poderia.
Com exceção da pastora da igreja de Daisy, ninguém sabia a verdade sobre o que acontecera entre ela e Billy. Daisy mantivera em segredo, porque fora humilhada demais ao descobrir que não era mulher o suficiente para dar a Billy o que ele achava que precisava de uma esposa. Billy fora discreto pelas próprias razões.
E, até esta manhã, Daisy considerava morto e enterrado seu sonho de ter uma família, juntamente com cada pedacinho de respeito e amor que uma vez sentira por Billy Inscoe.
Nos últimos anos dedicara-se com afinco a sua profissão de professora de História na escola de ensino médio local. Dava aulas de catequese. Levava as crianças para pescar no rio Potomac e para passear em Stratford Hall, terra natal de Robert E. Lee, ou em Wakefield, terra natal de George Washington, as duas cidades eram próximas. Trabalhava no jardim, cuidando de flores e vegetais do jeito que sempre quisera cuidar de seus próprios filhos.
Até mesmo levara para casa uma gata para fazer-lhe companhia, embora Molly passasse pouquíssimo tempo com sua dona, a não ser que estivesse com fome.
Em outra era, Daisy teria sido considerada uma solteirona encalhada, embora tenha acabado de fazer 30 anos. Francamente, havia momentos em que se sentia exatamente assim: uma senhora chata e seca.
No entanto, hoje tudo mudara.
De manhã cedo fora até a garagem e achou Tommy, com frio e tremendo. Estava usando calças jeans sujas, um suéter duas vezes o seu tamanho e uns tênis que eram nitidamente pequenos demais para seus pés que cresciam.
O cabelo louro estava emaranhado sob um boné.
Apesar do lastimável estado em que se encontrava, o garoto estava assustado e desconfiado. Mas ela finalmente conseguiu que ele entrasse, onde ela arrumara uma mesa de café da manhã com ovos, bacon, tortilha de batatas, canjica e torradas. Ele devorara tudo, olhando-a às vezes com desconfiança.

Observando-o, pela primeira vez em anos Daisy sentiu-se animada. Suas preces foram ouvidas. Sentia-se viva. Como se tivesse uma missão. Cuidar desta criança era algo que fora designada a fazer. E tinha a intenção de se agarrar a esta sensação. Até mesmo Molly parecia concordar. Estava ronronando e se arrastando em Tommy desde que ele chegara.

AMIGAS PARA SEMPRE


Amigas Para Sempre



O que seria de Emma Rogers sem suas amigas do Clube da Amizade?


Quando adolescentes, elas apoiaram seus sonhos mais ambiciosos. Uma década depois, Emma volta para casa e tem que lidar com os percalços de ser mãe solteira e uma das melhores advogadas do país. E Cassie, Karen, Gina e Lauren vão ao seu encontro. Mas por que insistem para Emma ver Ford Hamilton com outros olhos? Como se ter a própria filhinha encantada pelo deslumbrante e insuportável jornalista já não fosse o suficiente, para piorar, o coração de Emma está seriamente tentado pela oferta de Ford de continuarem discutindo por toda a vida... juntos!




Capítulo Um


Ford Hamilton olhava para a tela do computador, no qual preparava a edição semanal do Winding River News. Havia um espaço em branco onde ia colocar o artigo principal.
Como era a primeira edição que elaborava desde que adquirira o jornal, queria uma notícia que atraísse a atenção de todos, algo que fizesse com que os habitantes da cidade se sentassem e lessem com interesse.
— Bem, chefe, quer que vá entrevistar as pessoas que estão organizando a reunião de antigos alunos para saber quem vem e o que vai acontecer? — perguntou-lhe Teddy Taylor.
Teddy tinha dezoito anos e ambicionava ser um bom repórter fotográfico. Ia estagiar com Ford, durante aquele verão, e o seu grande objetivo era conseguir que uma das suas fotografias fosse publicada na primeira página. Num jornal com um orçamento tão limitado que obrigava Ford a fazer um pouco de tudo, a ajuda de um estudante estagiário era muito bem-vinda. Ford suspirou.
Uma reunião de antigos alunos não era o tipo de notícia que ele idealizara para a primeira página. Estava acostumado às duras notícias das grandes cidades, em que os artigos que competiam pela primeira página tinham a ver com política, corrupção e outros crimes semelhantes.
Em Winding River não havia muito disso. Era uma tranquila cidade do Wyoming na qual poucas coisas aconteciam. Aliás, escolhera aquele lugar exatamente por essa razão. Estava cansado de perseguir gente sem escrúpulos, sem falar nas contínuas discussões com os editores sobre como uma história devia aparecer no papel. Se assumisse a direção do negócio, talvez conseguisse preparar um jornal que interessasse à comunidade. Contudo, as mesmas coisas que o tinham atraído para aquele lugar, a paz e a tranquilidade, estavam sabotando os seus planos de causar uma boa impressão com a sua primeira edição.
Finalmente, compreendia o que significava ter falta de notícias, o que lhe dava a sensação de que uma semana sem notícias poderia converter-se num ano. No entanto, isso não queria dizer que fosse obrigado a encher a primeira página do jornal com algo como uma reunião de antigos alunos, ainda que não tivesse grandes alternativas. Na semana anterior à reunião, faria uma lista dos eventos que tinham preparado e, quando chegasse o momento, enviaria um fotógrafo. Um encarte nas páginas centrais seria mais do que suficiente.

A BEIRA DA ETERNIDADE


Á Beira da Eternidade






Lar doce lar!

River Glen era o lugar perfeito para Dana Brantley recomeçar a vida após ter enfrentado anos turbulentos.
Pequena e pacata, a cidade na costa do Potomac era como um pedaço do paraíso. Entretanto, seus novos vizinhos tinham outros planos para Dana. Afinal, ela parecia ser a mulher ideal para Nicholas Verone, o solteiro mais cobiçado do local!
Até mesmo Nick e seu filho de dez anos concordavam com essa opinião… Intrigado pelo ar misterioso de Dana, ele não desistiria até encontrar um caminho para o coração dela. Entretanto, Nick apenas descobre uma alma frágil e ferida… Agora, o único meio de convencer Dana a permanecer em River Glen é usando seu charme e a promessa de que ao seu lado ela terá o lar que há muito deseja…

Capítulo Um

O arbusto de lilases parecia prestes a engolir os degraus da frente da casa. Os galhos indomáveis pendiam carregados com frágeis flores roxas banhadas pelo orvalho, que perfumavam a fria manhã de sábado com um glorioso aroma adocicado.
Dana Brantley, com uma tesoura de jardim de aparência letal nas mãos enluvadas, estudou os galhos crescidos com desânimo. Em algum lugar por trás do arbusto havia uma pequena varanda protegida com tela contra insetos. Com uma poda estratégica, poderia sentar-se lá e contemplar as nuvens carregadas descerem sobre o rio Potomac. Apreciar os primeiros raios de sol da manhã refletirem nas águas serenas. Essas possibilidades figuraram entre as principais atrações da casa, ao vê-la pela primeira vez, algumas semanas atrás. Deus sabia que o lugar não possuía muitos outros atrativos evidentes.
Na verdade, se encontrava em péssimo estado de conservação. O piso de madeira da varanda exibia um acentuado desgaste pelas centenas de pés descalços e sujos de areia que ali pisaram ao longo do tempo. O quintal estava repleto de ervas daninhas, que chegavam a atingir a altura das poucas estacas remanescentes na cerca. A tinta amarela nas paredes da casa estavam descascando e as venezianas das janelas inclinavam-se de forma precária. O ar no interior dos quatro cômodos, desarrumados, cheirava a mofo devido aos anos de desuso. O fogão era uma relíquia de outra época distante. A porta da geladeira pendia, presa apenas por uma dobradiça enferrujada, e o encanamento estalava e gemia como um velho ranzinza.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

ÚLTIMA CONQUISTA



Última conquista
Lori Foster
Say No to Joe?
Série The Winstons / Visitation
Coleção Bestseller, nº 70
Editora Nova Cultural , 2003
Assunto Cotidiano

Ele queria o coração daquela mulher especial! Joe Winston tem uma rotina simples com as mulheres: ele existe; logo, elas suspiram. Com seu charme irrepreensível, corpo másculo e estilo machão, Joe é capaz de conquistar qualquer mulher... exceto aquela que ele de fato deseja. Secretamente, Luna Clark nutre uma queda por Joe, mas deixou bem claro desde o início que não cometerá a tolice de se apaixonar por ele. Agora o destino pregou-lhe uma peça, e Luna herdou dois garotos necessitados que vivem numa cidade disposta a expulsa-los da comunidade. Ela precisa de alguém que a ajude a protege-los... alguém que saiba intimidar... alguém como Joe!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

SEGREDOS DE FAMÍLIA



Segredos de família -  EMILIE RICHARDS

A Editora Best Seller publicou o livro Segredos da Família de Emilie Richards, que tem a seguinte sinopse: Há muitas gerações o bar de Whiskey Island é ponto de encontro de uma pequena comunidade de imigrantes irlandeses em Cleveland, Ohio. O lugar é dirigido com mão de ferro pela bela Megan Donaghue, desde que seu pai sucumbia à loucura. A roda do destino começa a mover-se quando um dos clientes é baleado numa tentativa de assalto: envolvido por força das circunstâncias com os Donoghue, ele decide decifrar o mistério que atormenta a família. Acaba descobrindo uma história de amor e violência de mais de um século, um crime cuja solução poderá ter – ainda – conseqüências imprevisíveis.

SEGREDOS DE FAMÍLIA

LIVRO
Mary Jo Putney - Segredos de Família

Kate Corsi sempre sonhou em trabalhar na empresa de demolições da família, um desejo que seu retrógrado pai lhe negou até o último dia de vida. De acordo com o testamento do pai, Kate herdará uma fortuna, enquanto seu ex-marido, Patrick Donovan, ficará com o negócio da família… com uma condição: que os dois concordem em morar sob o mesmo teto durante um ano. Forçados a aceitar o acordo, Kate e Donovan precisam descobrir a verdade sobre a morte do pai dela e confrontar o passado que quase destruiu a ambos. E à medida que eles enfrentam seus sonhos despedaçados, segredos, mágoas e ressentimentos, eles se descobrem resvalando perigosamente em direção àquele ponto abrasivo, em que o desejo e a paixão podem se incendiar e, mais uma vez, pôr em risco seus corações

segunda-feira, 8 de junho de 2015

SEM DIZER ADEUS



Sem Dizer Adeus -

Após abandonar a carreira policial, Kate Labiche tenta firmar-se como agente de segurança particular. Está passando por dificuldades financeiras quando recebe uma proposta irrecusável: trabalhar como guarda-costas de um importante promotor público que acaba de sofrer um atentado. Há, contudo, um problema. Poucos anos atrás, elas se apaixonara por Cullen McGyver, e ele a deixara sem nenhuma explicação.

APAIXONADA PELA VIDA



Apaixonada pela Vida - PATRÍCIA PHILLIPS

 A VIDA LHE DEU TUDO. AMOR DURADOURO. MENOS UM.

Depois de vinte e cinco anos de casamento, Ashley tem uma filha já casada e uma carreira de sucesso. Com cinquenta anos de idade, seu marido Marcus ainda é um homem atraente, ao passo que ela precisa urgentemente emagrecer e cuidar mais da aparência. Por outro lado, depois de tanto tempo juntos, será que isso faz alguma diferença?...
Para Marcus, sim. Pois ele não hesita em abandonar a esposa por uma mulher bem mais jovem e sedutora. Após se recuperar do choque e da desilusão, Ashley decide recuperar a auto-estima e acordar para a vida, e sua primeira meta é realizar o sonho de se tornar estilista de moda. Sozinha e independente, ela redescobre dentro de si a mulher determinada e sensual que foi um dia, e percebe que ainda pode acalentar sonhos e esperanças para o futuro. Sucesso profissional, por exemplo... e quem sabe, talvez... por que não... uma nova paixão?...

UM PASSADO, UM SEGREDO



Um Passado, Um Segredo

 Ana, Jane e Liz seguiram rumos diferentes na vida, cada qual com seus sonhos e frustrações, dedicando-se á família ou ao trabalho, enfrentando adversidades sem perder a esperança. As três se consideram mulheres felizes, apaixonadas e empenhadas em realizar seus planos para o futuro.

Durante trinta anos, evitaram fazer referência ao riacho que atravessava a cidade onde passaram a infância e a adolescência. Um frave incidente ocorreu naquele local, um episódio que marcou suas vidas. No entando, Liz não consegue mais suportar o silêncio. E o que ela pretende descobrir irá testar os limites daquela amizade e conduizr as três mulheres de volta ao fatídico verão em que sua inocência foi abalada.

INTIMIDADES



Intimidades - KELLY JAMES

Nada como uma transformação radical para curar um coração ferido!
Uma desilusão amorosa faz o mundo de Christelle Elder desmoronar. Ela, que sempre foi uma garota exemplar - obediente, estudiosa, honesta e trabalhadora - decide que chegou a hora de reavaliar seus conceitos e remodelar sua vida. Adeus às roupas sóbrias e tradicionais, adeus à cautela, aos dramas de consciência, ao bom senso exagerado! 0 mundo que se prepare, pois uma nova Christelle está a caminho... Uma Christelle segura de si, independente, liberal, pronta para viver as mais loucas aventuras... Uma Christelle que ninguém, nem mesmo ela própria, esperava conhecer... más talvez a única e verdadeira Christelle que sempre existiu!

MENSAGEM PARA VOCÊ



Mensagem para você - SÓ EXISTE UM JEITO DE SABER SE ELE E O HOMEM CERTO...

... Após o sinal, deixe seu recado...
Tracy, você está aí? Sou eu, Kate. Tudo bem? Tenho três coisas para contar. A primeira é que estrearei em sua festa um sutiã que faz meus seios parecerem os da Jennifer Lopes. A segunda é que não me responsabilizo pelo que farei à noite se tiver de suportar a conversa dos advogados amigos de Tom. Em último lugar; não importa quem você esteja tentando me apresentar em sua festa, minha resposta será um redondo não! Quero alguém que dispare faíscas no meu coração! Após o sinal, deixe seu recado...

Kate, aqui é Tracy, sua melhor amiga, lembra-se? Por mais que você tente me convenci não acredito que alguém possa disparar flashes em seu coração. Olhe para Tom, meu noivo. Ele não dispara faíscas, mas é bom, honesto e agradável. Bem, ele tem o costume de olhar para o relógio durante o sexo, e eu mato você se contar isto a alguém! Eu acho que você deveria ser menos exigente com o amor. Amor de cinema não existe!

...deixe sua mensagem
Tracy, aquele recém contratado do escritório de Tom que você me apresentou era uma graça, mas eu não senti a faísca. Devo ligar para ele ou me afundar em um milk shake

...deixe seu recado
Kate, posso lhe contar um segredo? Eu senti a faísca. Mas não foi com Tom. E agora? 0 que a gente faz quando sente a faísca certa pelo homem errado?
Neste delicioso romance de estreia, Kelly James Enger conduz duas grandes amigas da cidade de Chicago a uma vertiginosa viagem por altos e baixos em que o que sentimos e como sentimos é tudo o que importa.

SONHOS PERDIDOS



Sonhos Perdidos - FIONNA HOOD

 Poderia aquela mulher recuperar seus sonhos perdidos?



Após uma devastadora tragédia, Charlotte MacLeod chega ao castelo de Strathaird, na etérea ilha de Skye, na Escócia. Atormentada pela culpa e pela dor, continua determinada a proteger sua filha de verdades que ela própria não consegue enfrentar. Mas a chegada de Bradley Harcourt abala a fragilidade de sua paz. O belo americano por quem Charlotte nutria profunda amizade – quase uma paixão – é o novo herdeiro do castelo e das terras. Mas também um homem atormentado pela dúvida entre administrar um império e a vontade cada vez maior de retornar à terra de seus antepassados.

A chegada dele mudará a vida de todos, principalmente a de Charlotte, pois os segredos que tanto assombraram o castelo de Strathaird reservam para ela um novo e glorioso destino, no qual estará finalmente livre para amar. Mas para ter direito à felicidade que por tanto tempo lhe foi negada, Charlotte terá de lutar, com uma força inabalável, contra o passado e contra os obstáculos do presente!

ANOS ROUBADOS


FIONA HOOD

A empolgante saga de duas famílias entre a guerra e a paz, entre o amor e o ódio
Nos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial, os gêmeos Angus e Gavin se separaram em um dos momentos mais terríveis, que mudaria a vida de ambos para sempre.Acreditando que o irmão estivesse morto, Angus ocupou seu lugar na família e casou-se com a noiva dele.
No entanto, Gavin sobrevivera. Julgando-se traído pelo irmão, ele criou uma nova identidade nos Estados Unidos e durante décadas de guerra e turbulência, paz e prosperidade, acalentou um amargo desejo de vingança.
O destino voltaria a unir os dois irmãos de uma maneira absolutamente imprevisível. Porém, o futuro dos filhos de ambos ficaria marcado pelos pecados dos pais. E, já no limiar de outro século, o segredo que governou tantas vidas finalmente seria revelado.

COMENTÁRIOS DESSE LIVRO
http://www.meninadabahia.com.br/2009/08/anos-roubados-fiona-hood.html

domingo, 7 de junho de 2015

NO RÍTMO DA PAIXÃO


No ritmo da paixão (Spanish Disco) -  ERICA ORLOFF


Ela conseguia lidar com todas as complicacoes e contrariedades da vida. Menos com o amor.

Aos trinta e tres anos, viciada em cafe e em seu trabalho numa pequena editora na Florida, Cassie Hayes ja se conformou com sua incapacidade de se comprometer em um relacionamento. Ela se limita a praticar sexo por telefone com Michael Pearton, um escritor de Londres a quem ela nao conhece pessoalmente.

Ao ser escalada pelo chefe para passar um mes na residencia de um escritor famoso, veterano da guerra do Vietna, para ajuda-lo com o original de um livro, Cassie reconhece o fantasma da dor e da solidao que rondam a casa dele. Ela o ajuda a conquistar o coracao de sua criada mexicana e, nesse processo, tambem se humaniza... a ponto de por em pratica sua indesejavel atracao por um reporter desonesto e, depois, embarcar com destino a Londres para o encontro decisivo com Michael. Uma grande surpresa, porem, a espera, e Cassie tera de usar novamente toda a forca do sentimento para tentar ser feliz!

AMOR PROIBIDO



Amor Proibido
Janet Dailey
Coleção Livraria, nº 0
Editora Outra , 1985
Assunto Cotidiano

Jordanna Smith era a filha impetuosa e elegante de um destacado banqueiro e de uma colunável glamourosa, uma caçadora que atravessava o mundo ao lado do pai em busca das feras mais bravias. Aos olhos dela ninguém se comparava a seu pai... até a noite em que Jordanna encontrou um rude e estranho jovem que, num momento de exaltação e frenesi, tocou as raízes de um desejo que ela jamais havia conhecido.

Prólogo

O gabinete espaçoso era forrado com magníficos lambris de nogueira. A luz do sol entrava pelas cortinas transparentes que cobriam a porta de vidro que se abria para o terraço do apartamento de cobertura. As paredes brilhavam com um brilho natural. Poucos livros enfileiravam-se nas prateleiras do chão ao teto que ocupavam um canto da sala. Os volumes eram dedicados a armas e caçadas, e estavam gastos pelo manuseio constante. Na sua maioria, as prateleiras continham lembranças e fotos de um caçador ao lado da sua presa. Um carcaju empalhado enfeitava uma prateleira superior, enquanto uma cascavel enroscada parecia ameaçar os incautos, da sua prateleira junto ao chão.
As cabeças de veados e alces, troféus pendurados nas paredes, eram entremeadas com espécimes mais exóticos, como rinocerontes e gazelas. Um lince baio empalhado estava pousado diante de uma singela lareira de tijolos; sua presa, o faisão chinês, achava-se do outro lado. Acima da cornija, duas presas de marfim de um elefante bravio formavam um arco para uma águia dourada, empalhada de asas abertas, protegendo o esquilo cinzento sem vida nas suas garras. No chão, em frente à lareira, jazia a pele de um urso pardo, os olhos vidrados e os dentes expostos, imobilizados numa ameaça silenciosa.
Um armário de armas caro e solidamente construído apoiava-se contra uma das paredes. Os canos de metal das armas brilhavam com a lubrificação cuidadosa, mas as coronhas de madeira deixavam ver os sinais de uso. Uma escrivaninha pesada não exibia papelada no tampo, apenas mais fotos e recordações de caçadas bem-sucedidas.
Dois sofás iguais, cobertos de couro claro, ficavam um em frente ao outro, de cada lado do tapete de pele de urso. Sentado num deles estava um garoto magricela de catorze anos, vestindo um suéter azul-celeste e calça azul de tom mais escuro. Os dedos longos e delicados limpavam, atarefados, a boca de um fuzil. Um cacho de cabelos escuros, quase negros, caíra sobre a testa do jovem, enquanto ele se inclinava sobre a tarefa a cumprir. Havia um ar de perfeição em seus traços sensíveis, como se tivessem sido desenhados por um artista. Cílios longos, espessos e recurvos emolduravam um par de olhos castanho-aveludados, intensamente concentrados no fuzil.
Sentada em frente dele, no outro sofá, uma garota de doze anos estava ocupada da mesma forma, limpando uma arma mais leve. Aí terminava a semelhança. Seu corpinho esguio estava vestido com jeans impecáveis e uma camiseta de malha cinzenta de tamanho exagerado. Seu cabelo comprido caía numa única trança cor de cobre, na parte da frente do ombro. Quando a trança interferia na sua tarefa, a garota jogava-a para trás num gesto de impaciência. Suas feições frescas e animadas brilhavam de vitalidade. Apenas a curva de seus lábios exibia a vulnerabilidade e sensibilidade estampadas no belo rosto do irmão. Seus olhos castanhos eram pintalgados de um verde que podia brilhar de raiva ou excitação, ou ficar escuro e tormentoso como o mar.
De uma poltrona de encosto alto, que havia sido estofada de couro marrom e se gastara pelo uso até um tom castanho-amarelado, um homem supervisionava o par em silêncio. Esfregava distraidamente um pano na coronha de madeira do Winchester no seu colo, num gesto a um só tempo afetuoso e respeitoso. Seu fuzil já fora limpo após o uso recente. Longos anos de experiência permitiram que terminasse antes dos garotos que estava observando.
Um cachimbo de urze branca estava preso entre os dentes, já apagado, embora a mistura aromática do fumo pairasse no ar. Vestindo calça marrom e uma jaqueta peluda, era o próprio caçador. Seus cabelos castanho-escuros tinham um toque avermelhado. Tufos grisalhos e distintos começavam a aparecer nas têmporas. Virilmente belo, tinha um ar distante. Ao longo dos anos, conseguira tal controle sobre suas emoções, que muito pouco do que sentia ou pensava transparecia no rosto bem-feito ou nos olhos castanho-escuros.
Vindo do outro lado da porta fechada do escritório, ouviu-se o som de outra porta se abrindo e se fechando. Imediatamente a cabeça da mocinha se levantou, um brilho fosforescente de animação iluminando-lhe os olhos. O fuzil e os petrechos de limpeza foram rapidamente postos de lado, quando ela se pôs de pé, num salto.
— Deve ser mamãe. Vou contar-lhe a novidade!
— Jordanna, espere. — Quando o homem acabou de tirar o cachimbo da boca para chamá-la, a garota já estava fora da sala. Os cantos da boca do homem se estreitaram brevemente, enquanto ele colocava o cachimbo no porta-fumo ao lado da cadeira. Sem demonstrar nenhuma pressa, levantou-se e foi até o armário de armas. Depois de colocar o fuzil lá dentro e trancar o armário, virou-se e deparou com o ar de expectativa dos olhos do filho. — Acabe de limpar seu fuzil, Kit. Eu o inspecionarei antes que seja guardado. — A ordem firme foi acompanhada de um sorriso.
— Sim, papai. — O adolescente voltou a se concentrar na tarefa sem demonstrar má vontade ou ressentimento, enquanto o pai saía da sala.
Sair do escritório estritamente masculino e entrar nos brocados e lustres da sala de visitas era quase um choque cultural. Um tapete espesso num tom mais suave de verde cobria o chão do aposento espaçoso. As paredes cor de gelo eram adornadas com quadros de mestres italianos, tanto originais quanto cópias caríssimas, numa variedade de pesadas molduras douradas. Um sofá imenso era estofado de brocado azul, com um leve desenho dourado. O sofá era ladeado por mesas em estilo italiano, em cima das quais havia abajures de cristal e bronze; diante dele, ficava uma mesa de centro comprida, de nogueira americana. Duas poltronas iguais, no mesmo tom delicado do tapete, ficavam uma em frente à outra, diante de uma lareira de mármore branco. O tema monocromático de verde-claro era repetido nas cortinas de veludo e nas sanefas drapeadas. Espalhados pela sala viam-se vasos com flores recém-colhidas, todas nos mais diversos tons de rosa.
No centro de toda essa elegância estudada, achava-se uma mulher de cabelos negros, uma criatura estonteantemente linda e sofisticada. Uma empregada de uniforme esperava a seu lado, com um casaco de zibelina jogado sobre o braço, enquanto a mulher tirava graciosamente as luvas pretas de pelica.
— Obrigada, Tessa. — Enquanto entregava as luvas à empregada, sua voz educada a despedia delicadamente; não precisava mais dos seus serviços.
A empregada deixou discretamente a sala, enquanto a garota de cabelos acobreados entrava atropeladamente.
— Adivinhe só! — exclamou para a mãe, excitadíssima.
— Mas, pelo amor de Deus, o que você está fazendo com essas roupas horríveis, Jordanna? — Um par de olhos verde-jade percorreram os trajes da garota com franco desprazer. O costume bege de inverno da mulher tinha o mais moderno dos cortes, e todos os acessórios haviam sido cuidadosamente escolhidos para o melhor efeito possível. — Pensei ter dito a Tessa que as jogasse fora. Você tem um armário cheio de roupas lindas que lhe comprei. Está mais do que na hora de parar de parecer uma molequinha vulgar.
— Estávamos praticando tiro ao alvo. — A crítica da mãe entrou por um ouvido e saiu pelo outro. — Papai falou que posso ir caçar com ele no fim de semana que vem, quando for levar Kit — anunciou Jordanna, com alegria incontida.
As lindas feições de alabastro ficaram imóveis de choque, que aos poucos foi sendo substituído por uma raiva crescente.
— Está falando bobagens.
— Não, não estou — insistiu Jordanna. — Papai falou que me levaria. Verdade. — Com o olhar aguçado, percebeu o movimento a seu lado e se virou. — Se não me acredita, pode perguntar a ele. Você disse que me levaria, não foi, papai? — falou a garota para o homem que entrava na sala.
— Disse, sim — admitiu, o olhar castanho e sereno encontrando o fogo verde do olhar da mulher.
— Jordanna é uma garota, Fletcher. Já não basta você ter que levar Christopher para esse teste nojento de virilidade, e ainda tem que arrastar minha filha?
— Mas eu quero ir — protestou Jordanna.
— Cale a boca e não se meta! — A mãe virou-se feito uma fera para a garota, mal conseguindo controlar a fúria que a fazia tremer. — Isso é entre seu pai e mim.
— Livvie, você está exagerando, como sempre. — O comentário seco forneceu ainda mais combustível para uma cólera já descontrolada.
— Exagerando? — A menina foi esquecida, enquanto a mulher fitava, raivosa, o homem à sua frente. As unhas longas e bem-feitas estavam cravadas nas palmas macias. — É a sua acusação favorita, não é? "Olivia, você está sendo emotiva demais." — Com sarcasmo, parodiou o comentário dele.
— E está — declarou Fletcher Smith, a calma voz de tenor sem uma alteração. — Olhe só para si mesma. Está toda trêmula.
— E o que espera que eu faça? — exclamou, frustrada. — Minha filha me anuncia que vai caçar com você no fim de semana que vem. Ela também é minha filha, Fletcher! Creio que também tenho direito de opinar sobre o assunto. Minha permissão também é necessária.
— Eu gostaria de ter discutido o assunto com você, mas nunca está por perto. Tem uma agenda muito cheia de compromissos, quando estou em casa. — O comentário dele continha uma nota sutil de condenação.
— O que é muito raro! — retrucou Olivia Smith. — E, quando está aqui, passa dois terços do tempo naquele escritório com suas cabeças de animais empalhadas e suas malditas armas! A caça pode ser a sua vida, mas não é a minha!
— Não mesmo? — A boca firmemente esculpida retorceu-se com humor cínico. — Você se sai muito bem caçando o macho da espécie bípede, ao que me consta. Parece ser tão hábil em colecionar troféus quanto eu.
— Por que não vai direto ao assunto, Fletcher? — Seu desafio amargurado era frio de raiva. — Quer saber quantos amantes tive?
A linha tensa do maxilar dele pareceu tornar-se esculpida em bronze. Seu olhar correu significativamente pelo rosto pálido da filha.
— Se pretende continuar neste tópico, Livvie, posso sugerir que espere até Jordanna sair da sala? Considerando-se sua suposta preocupação com as coisas desagradáveis a que ela possa ficar exposta nos seus anos de formação, você não deve discordar.
A mulher deu uma risada trêmula e amarga.
— Como você sabe me fazer parecer uma puta, não é, Fletcher? — murmurou. Arredondando os olhos verdes para conter as lágrimas ardentes, olhou para a filha. — Vá para seu quarto, Jordanna.
Em vez de obedecer, a menina virou-se para o pai e abraçou-o pela cintura, com toda a força.
— Desculpe, papai — disse, engasgando-se com um soluço. — Não queria que ela ficasse zangada com você.
— Tudo bem, Jordanna. — Segurou-a por um instante gostoso, depois endireitou-lhe a trança de cabelo ruivo, para que ficasse encostada à espinha. Livrando-se dos braços que o envolviam, afastou-a com firmeza. — Agora, vá andando.
— Por favor, não deixe que ela me faça ficar em casa no fim de semana — suplicou. — Quero ir com você.
— Eu sei — disse ele, meneando a cabeça, e empurrou-a suavemente para fora da sala. — Vá andando.
Ela saiu do aposento com passadas lentas e desconsoladas. Sua obediência durou até chegar à segurança do corredor. Ali, parou e se grudou à parede, para escutar, desejando ouvir o resultado daquilo, e no entanto odiando as brigas amargas que pareciam magoá-la mais do que a eles.
— Jordanna não vai com você — declarou a mãe. — Já é ruim o bastante você estar levando Christopher. É um rapaz tão bom, tão sensível... Quando se vai dar conta de que não pode forçá-lo a crescer e ser igual a você?
— Considerando-se o modo como você o mimou, vai ser um milagre se ele conseguir crescer. A maioria dos rapazes da idade dele já foi caçar — argumentou Fletcher. — Esperei até agora porque você ficava dizendo que ele era jovem demais. Kit quer ir. Pare de sufocá-lo com seu amor e deixe que ele cresça, Livvie.
— Christopher não quer ir. Se diz que quer, é apenas porque sabe que é o que você deseja ouvir.
— Está enganada. — Não ergueu a voz nem alterou seu diapasão sereno. — Alguns dos seus amigos de escola foram caçar veados, e lhe contaram como foi. Kit está entusiasmado com a caçada.
— Ele não percebe que você realmente espera que ele mate um veado. Ele sente as coisas, Fletcher. Jamais poderia matar um animal pobre e indefeso, a sangue-frio. Você curte isso.
— Quando vai deixar de equiparar a caçada ao assassinato? — quis saber o homem.
— Quando você parar de tentar moldar meu filho naquilo que acha que um homem deve ser! — retrucou ela, com raiva. — Devia tê-lo detido quando comprou o primeiro revólver para Christopher.
— Fuzil — corrigiu ele, automaticamente.
— Fuzil. Revólver. Que diferença faz? Você me convenceu a deixar que ele ficasse com ele. Fiquei vendo você ensinar o menino a usá-lo. Nunca vou compreender como foi que você me convenceu a deixar Jordanna aprender a atirar. Sempre consegue o que quer, Fletcher. Até mesmo concordei em deixá-lo levar Christopher nas caçadas. Mas não Jordanna. Não vou deixar que ela vá com você.
— Os dois querem ir. Também quero. Não é sempre que posso vê-los. Se não estão na escola, então sou eu que estou viajando por aí. Quero um pouco de tempo para sermos uma família, para compartilharmos as coisas.
— Então, fique em casa! Pare de saracotear pelo mundo! — gritou Olivia Smith, cheia de frustração. — Não estou mais pedindo por mim, mas pelas crianças. Pare com essas caçadas sem sentido.
— É o que eu curto. Sobram-me poucos prazeres — afirmou ele.
— Isso é indireta para mim, imagino. Fiz sua vida infeliz, Fletcher? Espero que sim, porque a minha tem sido um inferno desde que me casei com você!
— Liv, por que temos que brigar? Por que não podemos discutir racionalmente? — Correu a mão cansadamente pelos cabelos grisalhos que lhe encimavam a orelha.
— Por que não pode largar as caçadas?
— Você não entende nada de caçadas. Acha que é um esporte de matança. É a emoção da perseguição, Livvie. É jogar a sua habilidade e seus conhecimentos contra os de outrem. É a caçada, não a matança. Venha conosco no fim de semana, e descubra por si mesma.
— Depois de todos esses anos em que fiquei em casa sozinha, você finalmente está me pedindo para ir com você. É tarde demais. — Sua voz rouca latejava de emoção. — Nunca esteve aqui quando precisei de você, Fletcher. Estava em algum safari ou em algum fim de mundo qualquer, onde não podia ser localizado. Sempre me deixou isolada. É de admirar que eu tenha me voltado para outros? No entanto, você põe a culpa em mim. Agora, espera que vá com você, quando não me fez uma única concessão.
— O que acha que é este apartamento? Odeio Nova York. Aqui é onde você deseja morar, não eu. Não é um lugar apropriado para se criar os filhos, embora você não esteja dando a mínima. O que lhe interessa são as compras, as festas e o teatro. — Pela primeira vez, havia um fio de exasperação irada na voz dele. — Não entendo por que está tão chateada pelo fato de eu querer levar tanto Jordanna quanto Kit comigo no próximo fim de semana. Teria dois dias inteiros para passar com o seu amante mais recente, seja lá quem for!
— Pena eu não ter pensado nisso! — disse ela rindo, mas era um som débil e falso.
— Que merda, Livvie! — Agarrou-lhe com força os ombros rígidos, como se quisesse sacudi-la. Você é minha mulher.
Ela se manteve rígida nos braços dele, sem ceder à tentativa de domínio ou à declaração raivosa.
— Há muito tempo que parei de amá-lo, Fletcher. — Vagarosamente, foi libertada, enquanto Fletcher Smith se controlava, para encará-la com a serenidade anterior. Foi Olivia quem desviou os olhos. — Quanto a Jordanna, pode levá-la com você no próximo fim de semana. Dois dias só para mim podem ser exatamente aquilo de que estou precisando. Você venceu, Fletcher... mas, afinal de contas, sempre vence.
— Dou-lhe a minha palavra, Livvie, de que ela não vai dar nenhum tiro. Só vai acompanhar Kit e a mim. Só isso.
Jordanna já tinha sua resposta. Ia participar da viagem. Mas não conseguiu ficar eufórica com a notícia. As lágrimas escorriam por seu rosto. Sentia um bolo pesado no estômago, enquanto percorria o corredor, vagarosamente, na direção do seu quarto.

ENCANTADOR DE SONHOS


O amante dos meus sonhos...
Amanda Potter é rica e bonita, mas ninguém pode protegê-la da cruel obsessão do homem com quem se casou. Somente em seus sonhos e fantasias Amanda encontra momentos de ilusória felicidade, quando se refugia nos braços fortes de um homem atraente e sedutor, um amante apaixonado criado por sua imaginação.
Jefferson Dupree sempre soube que em algum lugar se encontrava a mulher que lhe estava predestinada e que um dia eles se conheceriam e se apaixonariam. A linda Amanda desperta nele um fascínio irresistível, e seu coração insiste que ela é a mulher que nasceu para ser sua. Mas Jefferson e Amanda terão de enfrentar juntos os perigos que espreitam, tanto no mundo imaginário quanto no real, se quiserem ter esperança de realizar o sonho que compartilham... o sonho de um amor para toda a vida!

ONDE MORA A ESPERANÇA



Onde mora a esperança -

 Buffalo Valley é uma minúscula cidade em Dakota do Norte. Uma cidade que parece morrer aos poucos: abandonada por muitos de seus habitantes, ela exibe casas e lojas vazias, fachadas descascadas, ruas desertas. É esse o cenário melancólico que Lindsay Snyder encontra ao chegar. Desencantada com o namorado e insatisfeita com a vida na metrópole, ela retorna à terra de seus avós para tornar-se professora da escola local. Quer apenas esquecer o amor perdido e reestruturar-se. O que não poderia imaginar é que essa mudança transformaria para sempre sua vida e a de muitas outras pessoas. Ocupando a casa em que sua avó vivera, Lindsay acaba por desenterrar um antigo segredo de família que a deixa assombrada. Mas as surpresas não param por aí. Aos poucos, ela conhece os dramas e as alegrias daquela comunidade e descobre que pode fazer muito por ela. Ao mesmo tempo, entre aquela gente simples, ela compreeende profundamente o significado de palavras como união, solidariedade e amor. Debbie Macomber prende a atenção do leitor com uma encantadora narrativa romântica, descrevendo com grande riqueza de detalhes a imaginária Buffalo Valley, palco de diversas histórias -- de amor, de luta, de amizade -- que se entrelaçam habilmente.

LUA SOBRE AS ÁGUAS



DE UMA VIDA COMUM PARA UM AMOR FORA DO COMUM



Até bem pouco atrás, as únicas aventuras que Lorraine Dancy conhecia eram aquelas que via nos filmes - em que o improvável torna-se possível, e o romance torna-se real. Agora, ela se vê como a protagonista de um desses filmes, com a diferença de que se trata de sua própria vida. Mas o herói que surge para salvá-la não se parece com o dos filmes. Jack é um renegado que pensa só em si mesmo e vive sob suas próprias regras. Como um favor ao pai de Lorraine, ele decide ajudá-la. E planeja uma fuga em seu barco, como em muitos filmes que Lorraine viu.

Mas existem águas turbulentas à frente... incluindu uma atração que é tão perigosa quanto intensa. No entanto, Lorraine não está em busca de um breve encontro. Ela quer que sua história tenha um final feliz!

BELA ADORMECIDA - Dallas Schulze



Bela Adormecida - O PRÍNCIPE ENCANTADO NUMA HARLEY


Com sua velha jaqueta de couro e uma moto que já vira mehores dias, Neill Devlin não parecia ser um escritor de sucesso, nem um homem tentando fugir da solidão. A cidade de Loving, em Indiana, era um lugar tão bom quanto qualquer outro para sua moto quebrar - especialmente quando ee se depara com uma bela mulher envolta num ar de mistério que acaba por enfeitiçá-lo...

DAMA EM PERIGO
Anne Moore viveu toda sua vida à sombra de uma tragédia. Prisioneira do seu próprio passado não consegue livrar-se dos elos que a mantêm atada à cidade e a uma cidade que, lentamente, a está sufocando. Ela não está à procura de um herói - e Neill não está disposto a matar nenhum dragão. Mas, em seu coração ele guarda a chave para a liberdade e para um fina feliz - tanto para si mesmo quanto para Anne.

UM HOMEM SELVAGEM



NINGUÉM VAI CONSEGUIR LAÇAR ESSE HOMEM!

Ele é rústico e indomável. Bad Billy Jones tem duas regras quando se trata de mulheres: nem sinos de casamento, nem crianças. Porém ele vai ter de ceder um pouco... pois o pacote de energia em sua porta parece ser inegavelmente um Jones. E o menino está com a mulher mais intrigante que Billy já viu. Não que Prudence Wilding fosse o tipo dele, claro. Mas se ele quiser conhecer o filho, precisa jogar pelas regras dela. Por enquanto, em troca das lições sobre paternidade, ele ficaria feliz em partilhar com ela algumas de suas habilidades...

O BRAVO BILIONÁRIO



O Bravo Bilionário
Christine Rimmer
The Bravo Billionaire
Série Bravo Family Ties
Coleção Bestseller, nº 43
Editora Nova Cultural , 2001
Assunto Cotidiano
O homem que tinha tudo... ou quase tudo. Jonas tinha tudo que o dinheiro podia comprar. Afinal, era um jovem muito rico! Mas, atrás da opulência de sua vida, escond:a-se uma tragédia... Ainda menino, conhecera a dor da perda quando seu irmão de três meses foi sequestrado. Conhecera a solidão, o medo. E, como resultado, tornou-se uma pessoa fria, desconfiada, prepotente... Até encontrar duas mulheres que mostraram um novo caminho da felicidade. A primeira era uma garotinha de dois anos chamada Mandy, sua irmã adotiva, por quem ele seria capaz de fazer qualquer coisa. E a segunda, a adorável Emma Hewitt, que o fazia acreditar que um dia teria de volta o bem precioso

sábado, 6 de junho de 2015

UM ABISMO PROFUNDO


Tílulo Original:In Too Deep

A beleza pode ser ilusória...Mas o perigo é capaz de fortalecer a paixão!

Encantada com a beleza tropical de uma ilhota na Polinésia, a tradutora Tália não percebe o perigo que corre ? até quase morrer na misteriosa explosão do iate em que passeava. Ela é resgatada pelo enigmático Michael Wright, cujo dinamismo é tão evidente quando sua sensualidade... Um estranho que não é o que parece ser.Michael viera acertar contas com o pai de Tália, a quem julgava responsável pelo acidente que acabara com a sua carreira. Tália era seu alvo de vingança, mas acabou se tornando alvo de seu coração. Como esquecer o passado, sobreviver ao presente e consolidar um amor para o futuro, se entre eles existia um abismo tão profundo?

UMA NOVA ATITUDE



UMA NOVA ATITUDE
A new attitude
Charlotte Hughes



Bestseller nº 40


A vida de Marilee Abernathy está uma confusão. Todos em Chickpea, na Carolina do Sul, sabem do envolvimento de seu marido com a vadia da cidade. Mas quando o seu digno adeus, ornado de pérolas e maquiagem impecável, se transforma em uma fracassada tentativa de se enforcar com pingentes de cortina, presos a uma viga falsa do teto, Marilee conclui que tem de haver uma maneira melhor de enfrentar a situação.
O que Marilee precisa é de uma nova postura... ao menos, é o que pensa seu vizinho, Sam Brewer. No entanto, entre a mãe exigente e a ex-esposa maluca, a última coisa que ele quer é se envolver com uma mulher cuja vida está fora de controle.
Marilee, por sua vez, está aprendendo que uma nova atitude poderá leva-la muito longe. De repente, ela começa a lutar, assumir o controle e se arriscar, como nunca imaginara que fosse capaz de fazer. Enquanto Sam a observa desabrochar, também vê despertar seus próprios sonhos antigos e esquecidos. Agora, ele só tem de convence-la a usar um pouco daquela nova postura com ele...


CRIADORES DE LENDAS



CRIADORES DE LENDAS
The legend makers
Catherine Lanigan



UMA EXPLORAÇÃO NA FLORESTA TRARIA DE VOLTA UMA ANTIGA HISTÓRIA COM MUITOS MISTÉRIOS...
As florestas úmidas da Amazônia são o perfeito esconderijo para a geóloga M. J. Callahan, uma mulher que foge do amor e de seu próprio passado sombrio. Ao aceitar um emprego na Texas Petróleo, ela embarcou numa missão que mudaria sua vida!
Como membro da equipe de exploração de jazidas de petróleo, M. J. logo se encanta pela beleza exótica das florestas... e pela sensualidade de dois homens muito diferentes. Mas as paredes verdes da selva escondem segredos próprios... uma expedição anterior cheia de mistério, que não deixou sobreviventes. Ao se aproximarem do coração da floresta, verdades são reveladas, traições são descobertas, e M. J. é forçada a enfrentar seus próprios demônios antes que a história se repita.

A APOSTA


Barbara Joel

Este era o prêmio que todos os homens queriam!
Reese Sinclair ganhou uma aposta em um jogo de pôquer. e o prêmio não poderia ser melhor: uma mulher! Agora, ela teria de trabalhar na taverna dele durante duas semanas. E isso ensinaria uma boa lição à esnobe Sydney Taylor.
Ele estava certo de que nenhuma mulher iria abalar sua convicção de que deveria permanecer solteiro, nem mesmo a bela Sydney. Até que uma primeira noite de amor fez Reese sentir algo que jamais sentira. por mulher nenhuma. E então ele começou a pensar no que faria quando o prazo estipulado pela aposta expirasse e Sydney fosse embora. Proporia mais um jogo de pôquer ou. um casamento?

quinta-feira, 28 de maio de 2015

UMA MULHER SEM PASSADO


Uma Mulher sem Passado







Lizette Henry acorda uma manhã e faz uma terrível descoberta: Ela não reconhece o rosto que vê no espelho. Ela se lembra de como ela é, mas seu reflexo é de outra pessoa.

Para adicionar ao choque, dois anos parecem ter desaparecido de sua vida.
Alguém quer grandes distâncias e inexplicáveis para manter esses anos que faltam escondidos para sempre. Mas o passado sempre encontra uma maneira de voltar.
Memórias estranhas logo começam a surgir e, junto com elas, algumas habilidades incomuns e talentos que Lizette não tem a menor ideia como adquiriu.
Sentindo que ela está sendo monitorada, Lizettede repente sabe como procurar por bugs em sua casa e dispositivos de rastreamento em seu carro.
Além do mais, ela pode iludir a vigilância, como um agente treinado.
Introduza um estranho misterioso e sedutor chamado Xavier, que afirma que quer ajudar, mas que desencadeia imagens perturbadoras de um crime abominável que Lizette pode ou não ser autora do crime.
Com memórias voltando, ela de repente se torna um alvo de assassinos anônimos. Em fuga, sem lugar para se esconder,Lizette não tem escolha a não ser confiar em Xavier, um homem forte e magnético que ela não confia, com uma poderosa atração que ela não pode resistir.
Conforme águas escuras ficam claras, Lizette enfrenta uma conspiração que é traiçoeira e de longo alcance e uma verdade que, uma vez revelada, pode silenciar a ela e Xavier, de uma vez por todas

CapítuloUm

Era uma manhã normal. Lizette Henry–que fora uma vez Zette – oJato- para sua família e amigos de infância, rolou para fora da cama no seu horário habitual de cinco e cinquenta e nove, um minuto antes de seu alarme estavaprogramado para tocar. Na cozinha, o temporizador automático na cafeteira teria acabado de começar o processo de fermentação. Bocejando, Lizette entrou em seu banheiro, ligou a água no chuveiro, em seguida, enquanto a água estava aquecendo fez um xixi desesperadamente necessário. Até o momento que terminou, a água do chuveiro estava exatamente no ponto certo.
Gostava de começar suas manhãs com uma boa ducha relaxante. Ela não cantava, ela não planejava o seu dia, ela não se preocupava com a política ou a economia ou qualquer outra coisa. Enquanto estava no chuveiro, ela simplesmente se refrescava ou mais apropriadamente, aquecia-se.
Nesta manhã em particular de julho de sua rotina era tão afiada e afinada que não precisava olhar para um relógio para saber que horas eram, em qualquer ponto, ela tomava banho quase exatamente o tempo que levaria para cafeteira para concluir o processo de fabricação de café, em seguida, enrolou uma toalha em torno de seu cabelo molhado e se secoucom uma segundo toalha.
Através da porta aberta do banheiro, o maravilhoso aroma do café chamava por ela. O espelho do banheiro estava embaçado devido ao vapor, mas isso ficaria limpo no momento em que ela fosse buscar seu primeiro copo da manhã.
Envolvendo-se no felpudo roupão de comprimento até o joelho, ela caminhou descalça até a cozinha e pegou uma das canecas de gabinete. Ela gostava de seu café doce e leve, por isso ela acrescentou açúcar e leite em primeiro lugar, em seguida, serviu o café quente na mistura. Era como ter primeira alguma sobremesa na parte da manhã, que em sua agendaera uma boa maneira de começar qualquer dia.
Ela levou o café com ela para o banheiro, para beber, enquanto secava o cabelo e colocavauma pequena quantidade de maquiagem que ela usava para trabalhar.
Baixando o copo sobre a penteadeira, ela desenrolou a toalha da cabeça e se inclinou para frente a partir da cintura, esfregando vigorosamente seu cabelo castanho escuro – comprido ate o ombro. Em seguida, ela se endireitou, jogando o cabelo para trás, e se virou para o espelho e olhou para o rosto de uma estranha.
A toalha úmida deslizou de seus dedos subitamente inertes, empilhando no chão aos seus pés.
Quem era essa mulher?
Não era ela. Lizette sabia como era, e este não era o seu reflexo. Ela descontroladamente girou, olhando para mulher refletida no espelho, pronto para o mergulho, pronto para ser executada, pronto para lutar por sua vida, mas ninguém estava lá. Ela estava sozinha no banheiro, sozinha em casa, sozinha, sozinha.
A palavra sussurrou em sua mente, um fantasma de um som, mal registrado. Voltando-se para o espelho, ela lutou em meio da confusão e do terror, estudando esta nova pessoa como se ela fosse um adversário em vez de...Em vez de quê? Ou, quem?
Isso não fazia sentido. Sua respiração veio em goles rápidos e superficiais, o som distante e em pânico. O que diabo estava acontecendo? Ela não tinha amnésia. Ela sabia quem ela era, onde estava; se lembrou de sua infância, de sua amiga Diana e seus outros colegas de trabalho, da roupa estava em seu armário e que ela tinha planejado para vestir hoje. Ela se lembrou do quetinha jantado na noite anterior. Ela se lembrava de tudo, pareceu-exceto que a face.
Esta não era a dela.
Suas próprias feições, o que ela viu em sua mente, eram mais brandas, mais redondas, talvez até mais bonito, embora o rosto que ela estava olhando era atraente, se mais angular. Os olhos eram os mesmos: azul, a mesma distância, talvez um pouco mais-definidos.
Como isso era possível? Como poderiam os olhos se tornar mais definidos?
O que mais era o mesmo? Ela inclinou-se para o espelho, olhando para o sinal fraco no lado esquerdo do queixo. Sim, lá estava ele, onde ele tinha estado sempre, mais escuro quando ela era mais jovem, quase invisível agora, mas ainda está lá. Tudo o resto estava..

sexta-feira, 3 de abril de 2015

CORAÇÃO DE GELO -BEVERLY BARTON



Confiar naquela mulher poderia ser um erro...
Todos a amavam. E aquilo era sua desdita. Todos os homens que se aproximam de Julie Price parecem pagar com o próprio sangue. E a lista está crescendo...

Contratado para investigar a morte do senador Price, Rick Carson pôde perceber de imediato por que as pessoas considerariam Julie Price incapaz de fazer mal a alguém. Delicada e elegante, ela se mantêm de pé ao lado da sepultura do marido, exalando uma doce vulnerabilidade. Apenas Rick percebe que a viúva não derrama uma lágrima. E quanto mais aprofunda a investigação da série de mortes, com as quais Julie lucrou imensamente, mais convencido fica de que está lidando com uma mulher insensível...
Apesar de todos os indícios apontar para Julie como a suspeita mais provável, Rick está determinado a provar o contrário, pois aquela mulher encantou seu coração como nenhuma outra...

Quanto mais perto Rick chega da assustadora verdade, mais perigoso se torna aquele jogo de gato e rato. Se Julie for tão inocente quanto alega ser, talvez Rick tenha colocado na mira do assassino a mulher por quem está apaixonado. E se for culpada, talvez ele não viva para se arrepender...

PERIGOSA E FASCINANTE


Perigosa e Fascinante -

No indómito território do Wyoming, as mulheres sabiam qual era o seu lugar.
Mas havia uma que não tinha medo de nada… nem mesmo de lutar pelo seu amor!
Sob o verniz de uma educação aristocrática, existe a filha de um oficial do exército que sabe cavalgar, atirar e jogar pôquer com perfeição. É por isso que Suzanne Bonneaux embarca serenamente na diligência da perigosa rota Cheyenne-Deadwood, em busca de uma antiga e querida amiga, antes que a neve dificulte sua tarefa.
Quando a diligência é atacada, um tiroteio coloca Suzanne face a face com Black Jack Sloan, um famoso pistoleiro, atraente e implacável, cuja ira os homens sensatos não se atreveriam a provocar. E quando Jack salva a vida de Suzanne, ela decide prosseguir cavalgando em sua companhia, com ou sem a permissão dele.
Tudo que Jack quer é colocar a presunçosa moça em seu lugar… E em sua cama. Mas ele é um homem que trilha o caminho da vingança, o que não deixa lugar para uma mulher em sua vida. No entanto, Jack nunca havia conhecido alguém como Suzanne, nem tivera de escolher entre vingar-se do passado ou viver para sonhar com um novo dia… e um futuro nos braços dela!